Dossiê investigativo sobre a descoberta da Tumba C4 do faraó Tutmés II em Luxor pela Universidade de Cambridge e pelo Ministério de Antiguidades do Egito, a primeira tumba real faraônica achada desde Tutancâmon. Deslize para ver →
UMA MISSÃO ARQUEOLÓGICA CONJUNTA ANGLO-EGÍPCIA
Recriação ilustrativa documental baseada nos registros arqueológicos oficiais da missão NKRF / Universidade de Cambridge e do Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito: no interior da câmara funerária de calcário da Tumba C4 em Luxor.
O ELO PERDIDO DA 18ª DINASTIA
Apesar de sua importância dinástica absoluta, o sepulcro original de Tutmés II era o único túmulo real de toda a 18ª Dinastia que jamais havia sido encontrado.
DE TÚMULO DE RAINHA A SEPULCRO DE FARAÓ
A localização geográfica imediata do monumento reforçou, num primeiro momento, a hipótese tradicional de que se tratava da sepultura de uma consorte.
AS TRÊS PROVAS FORENSES IRREFUTÁVEIS
Ao limpar o piso da câmara principal, a equipe de Litherland e Abdel-Badi começou a recolher centenas de fragmentos de argamassa e gesso fino que haviam se desprendido do teto rochoso.
A ANATOMIA DO DESASTRE ANTIGO
Ao analisar a geomorfologia do desfiladeiro Wadi C, o Dr. Piers Litherland descobriu que os arquitetos reais de Tutmés II cometeram um erro de cálculo geológico catastrófico.