Amostras do Asteroide Bennu Trazidas pela NASA

Análise em salas estéreis da NASA revela fosfato de magnésio-sódio puro, água em abundância e compostos orgânicos em amostras da missão OSIRIS-REx. Deslize para ver →

A ODISSÉIA DA OSIRIS-REX E A ABERTURA DO COFRE

Quando o receptáculo foi finalmente exposto sob holofotes de LED cirúrgico, os pesquisadores depararam-se com uma massa densa de grãos pretos como carvão, pontilhados por microfragmentos que refletiam a luz com um brilho cristalino singular.

O ENIGMA DOS FOSFATOS DE MAGNÉSIO E SÓDIO

A evidência mais desconcertante surgiu quando os feixes de difração de raios X atingiram finas crostas esbranquiçadas que recobriam algumas das pedras carbonáceas maiores, com diâmetros de três a quatro centímetros.

A FÁBRICA ORGÂNICA PRIMITIVA

Além do testemunho mineral de água líquida abundante, os cientistas mapearam a fração orgânica do asteroide com resolução molecular inédita.

ANATOMIA COMPARATIVA DAS EVIDÊNCIAS

A análise isotópica do hidrogênio nas argilas de Bennu forneceu outra peça crucial para o quebra-cabeça da hidrologia planetária.

O CORPO PARENTAL DESPEDAÇADO

Ao reconstruir a história termodinâmica dos minerais, os pesquisadores da NASA concluíram que o pequeno asteroide de 500 metros de diâmetro que orbita o Sol entre a Terra e Marte é apenas um amontoado de escombros gravitacionais (rubble pile).

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